Mais uma novidade do Google!


Vem aí o novo programa do Google, trata-se do Google Street View, uma versão mais "aproximada" do Google Earth, ou seja, desta vez eles fotografam as ruas das maiores cidade e colocam à disposição do público através da internet. Segundo Marcelo Quintella, gerente de produtos do Google, em cinco anos pretendem fotografar todas as ruas do mundo. No mínimo ousada esta projeção, mas com a ajuda da tecnologia tudo é possível.
Hoje eles estão a bordo de 35 Fiat Stilo, uma parceria com a Fiat do Brasil, sendo 05 em BH, 10 no RJ e 20 em São Paulo, todos equipados com um conjunto de câmeras instaladas no teto de cada carro, 08 na horizontal para fechar o ângulo de 360º e 01 na vertical para fazer o ângulo de 270º operando em conjunto para formar uma esfera, transmitindo a sensação de uma só foto em 360º.

A Lição Final - Uma verdadeira lição de vida!

2009...2010


Sempre estamos a procura de novas ideias que nos tragam resultados nas vendas, na oferta de valor para nossos clientes, de criar diferenciais para o nosso negócio, baseado nesse assunto eu levanto uma questão: você tem um historico das campanhas criadas pela sua empresa em 2009? quais foram os resultados obtidos? o que não deu certo? e porque? você consegue mensurar os resultados de forma clara a ponto de não repetir os mesmos erros e também, de aprimorar os acertos? (lembre-se que o que deu certo em 2009 não obstante dará certo em 2010, portanto, aprimore).
Se a sua empresa tem esse comportamento parabéns! se não, é hora de rever a sua estratégia para direcioná-la para um caminho melhor.

Comente, relate suas experiências, e podem contar comigo para trocarmos conhecimento.

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Quando Manhattan foi vendida por 24 dólares


Exposição traz documento que registra a negociação por meio da qual os índios Lenape cederam a ilha aos holandeses em 1626
por Bruno Fiuza
Arquivo Nacional da Holanda
A cidade de Nova York, na época Nova Amsterdã, retratada por pintor holandês do século XVII
O mais importante centro financeiro do mundo, quem diria, já foi vendido a preço de banana. Em 1626, os índios Lenape, que viviam na ilha onde atualmente fica Manhattan, cederam o território ao holandês Peter Minuit em troca de produtos no valor de 60 guilders (moeda holandesa da época), o equivalente a 24 dólares atuais.

O contrato que registra o negócio é uma das peças em exibição na mostra “Nova Amsterdã – A ilha no centro do mundo”, em cartaz no South Street Seaport Museum, em Nova York. Por meio de pinturas e documentos do acervo do Arquivo Nacional da Holanda, a exposição conta a história do período em que a cidade foi uma colônia dos Países Baixos.

A história daquela que viria a se tornar uma das mais importantes metrópoles dos Estados Unidos e do mundo começou em 1609. Neste ano, o explorador britânico Henry Hudson descobriu a ilha que hoje é Manhattan durante uma expedição financiada pela Companhia das Índias Orientais holandesa.

A compra da ilha, em 1626, marcou a fundação da colônia de Nova Amsterdã. O assentamento, ameaçado por ataques de tribos indígenas locais e pela cobiça das outras potências coloniais, foi protegido por um muro de madeira. O local onde ficava a construção foi posteriormente batizado de Wall Street (Rua do muro, em inglês). O domínio holandês, porém, durou pouco. Em 1664, o britânico Richard Nicolls conquistou Nova Amsterdã e os novos colonos trocaram o nome da cidade, que a partir de então passou a se chamar Nova York.

fonte: http:\\www.uol.com.br\noticias - acesso em 17\12\2009 - 19:09h.

Cara ou coroa ?


Fiquei surpreso quando vi a senhora que faz o comercial das Havaianas pedindo desculpas ao público que reclamou do teor do diálogo que ela desenvolve com sua neta tentando passar uma mensagem de que a prostituição é um caminho normal para uma moça, tudo isso num canal aberto e em horário que qualquer criança possa assistir.

Fiquei triste em perceber que ainda existem profissionais que acham que prá vender uma marca podem apelar para a falta de ética e respeito ao público consumidor, já não bastam os comerciais de cerveja?

Fiquei atento à intenção dos mesmos profissionais, quando na minha opinião, já sabiam desde o projeto inicial que sabiam passo a passo tudo que aconteceria, inclusive a tentativa de passar a imagem de bonzinhos ao retirar o comercial da TV e levar a atenção do público para o site.

As Havaianas não precisam de tal estratégia para vender, considero um tiro no pé de quem desenvolveu a campanha. Toda sua trajetória em vários países do mundo onde é vendida a peso de ouro, e tudo que já conhecemos sobre sua história basta para fazer dela um produto campeão em vendas. E você o que acha? deixe seu comentário.

Marketing de Relacionamento




Tenho uma paixão sobre este assunto, desde que lí pela primeira vez sobre ele. É simplesmente uma forma extraordinária de lidar com clientes e buscar a fidelização através da oferta daquilo que realmente o cliente necessita da sua empresa, e até, em oferecer-lhe aquilo que ele ainda não descobriu que precisa. Eu sou fã do Marketing de Relacionamento.

Satisfação X Fidelidade - pesquisa garante que não caminham lado a lado.

Índice da Ipsos mediu a percepção dos consumidores sobre serviços de 16 setores. Até o começo dos anos 2000, acreditava-se que a satisfação dos clientes garantiria um vínculo de longo prazo entre o consumidor e a empresa. Hoje, a visão a respeito de fidelidade mudou, como comprova a segunda edição do Índice Ipsos de Satisfação com Serviços. Segundo o estudo, o nível de satisfação do consumidor não garante sua fidelidade, muito menos a lealdade.
Se um cliente satisfeito não é, necessariamente, um cliente fiel, mais difícil ainda para as marcas é criar um vínculo emocional com o seu público, tornando-o leal. A satisfação ainda é um ponto importante para a retenção de clientes, mas há também outros fatores que garantem a escolha de uma marca.
“O cliente satisfeito pode deixar de comprar em uma determinada empresa por diversos fatores. A fidelidade é impactada por outras variáveis além da satisfação, como a conveniência, a experimentação, o preço e a marca”, explica José Roberto Labinas, Diretor Regional para a América Latina da Divisão Ipsos Loyalty, em entrevista ao Mundo do Marketing.Shoppings têm menor índice de fidelidadeUma prova de que a equação entre satisfação e fidelidade nem sempre é verdadeira é o resultado alcançado pelos shoppings. O segmento registrou o menor grau de fidelidade, com 31 pontos em uma escala de 0 a 100. No entanto, o índice de satisfação foi de 76 pontos.
O resultado é explicado pela maior mobilidade do setor, que garante mais opções, o que afeta a fidelidade e contribui para a satisfação do consumidor. O mesmo acontece com os supermercados, que registraram índices de 75 pontos de satisfação e 43 de fidelidade.Por outro lado, há segmentos em que a falta de opções resulta em fidelidade alta e satisfação baixa. É o que acontece com os setores de água e de energia elétrica, em que os clientes gostariam de ter mais liberdade de escolha. Já o segmento de gás residencial obteve o maior índice de satisfação, com 84 pontos, e 58 pontos de fidelidade. Prova de que é possível melhorar o relacionamento mesmo em setores monopolistas.
Estudo abrangeu 16 setores
Para o estudo, foram entrevistados homens e mulheres maiores de 18 anos, usuários e decisores da contratação dos serviços de 16 setores: banco, cartões de crédito bancários, cartões de crédito de lojas, seguros de automóvel, telefonia fixa residencial, telefonia celular, internet domiciliar, TV por assinatura, água residencial, energia elétrica residencial, gás residencial, postos de gasolina, supermercados, shopping centers, ônibus urbano público e metrô.O segmento de ônibus urbano recebeu o pior grau de satisfação, com 57 pontos. Em seguida, aparece o serviço de telefonia fixa, com 61 pontos. O grau de fidelidade nos dois itens também é baixo, com 33 e 46 pontos registrados, respectivamente.
No quesito cartões de crédito, tanto os de bancos quanto os de lojas, apresentaram bons níveis de satisfação com 81 e 77 pontos. No entanto, os setores registraram baixos graus de fidelidade (51 e 41 pontos). Isto é explicado pela possibilidade que o cliente tem de usar dois ou até três cartões de crédito.
Qualidade antes de preço
Há também os setores em que a qualidade vem em primeiro lugar. É o que acontece com os postos de gasolina, que registraram alto grau de fidelidade, com 57 pontos, além de 79 pontos de satisfação. Neste segmento, os consumidores normalmente são mais fiéis à bandeira onde compram por temerem a baixa qualidade do combustível. Como resultado, o setor apresentou o maior índice de importância com o fornecedor (88 pontos).Para isso, a Ipsos aponta cinco drivers nos quais as empresas devem apostar para garantir consumidores fiéis: relacionamento, experiência, oferta, marca e preço. Segundo Labinas, da Ipsos, estes pilares valem para todos os setores e cada empresa deve trabalhá-los da melhor forma. De maneira geral, o relacionamento e a experiência vivida seriam aqueles que mais impactam a fidelidade. Em seguida, a oferta teria um peso forte e, depois, a marca. Em último apareceria o preço.
“O preço é o fator menos relevante. Não se compra a fidelidade de um cliente, mas se conquista com boas ofertas, uma marca forte, uma experiência prazerosa e um relacionamento confiável. Uma empresa pode até mesmo diminuir os preços e roubar clientes, mas é temporário. Assim que a promoção terminar, o market share volta a ser o que era antes”, diz Labina.Lealdade é um passo além da fidelidadePara Christiano Ranoya (foto), especialista em Marketing de relacionamento e Diretor da MarketData, a satisfação é uma questão de expectativa. “Uma pessoa que vai a um restaurante de comida a quilo sai satisfeita, pois já esperava pagar um preço justo pela comida servida. No entanto, isto não significa que a pessoa se mantenha fiel ao restaurante quando puder escolher outra opção”, explica em entrevista ao Mundo do Marketing.Já a lealdade de um consumidor a uma empresa pode ser comparada à relação de um torcedor com seu time de futebol, como lembra Ranoya. “Quando a Parmalat patrocinou o Palmeiras, tinha corinthiano que não comprava a marca, por exemplo. O sonho de qualquer produto é ser o mesmo que um time de futebol na cabeça dos consumidores”, compara.
O que deixa o cliente satisfeito

Bancos

- Agilidade na solução de problemas

Telefonia Celular

- Tempo na resolução de problemas
- Tarifas Seguro de Automóvel
- Tempo de resposta e solução em caso de Sinistro

TV por Assinatura

- Quantidade de canais disponíveis no pacote básico
- Variedade de canais disponíveis no pacote básico

Supermercados

- Benefícios do programa de Fidelidade
- Variedade de marcas e produtos
- Preço dos produtos
- Serviços adicionais

Internet Domiciliar

- Velocidade para baixar arquivos
- Variedade de planos oferecidos
- Custo do serviço
- Resolução de Problemas/Reclamações
- Atendimento dos funcionários

O que deixa o cliente insatisfeito

Bancos

- Requisitos para obter ou utilizar produtos
- Dificuldade para realizar operações on-line
- Falta de agilidade na solução de problemas

Telefonia Celular

- Tempo na resolução de problemas
- Tarifas Seguro de Automóvel
- Tempo de resposta e solução em caso de Sinistro

TV por Assinatura

- Quantidade de canais disponíveis no pacote básico
- Variedade de canais disponíveis no pacote básico

Supermercados

- Benefícios do programa de Fidelidade
- Variedade de marcas e produtos
- Preço dos produtos
- Serviços adicionais

Internet Domiciliar

- Velocidade para baixar arquivos
- Variedade de planos oferecidos
- Custo do serviço
- Resolução de Problemas/Reclamações
- Atendimento dos funcionários

Fonte: Ipsos, publicado no MUNDO DO MARKETING